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Cinco habilidades profissionais mais desejadas em 2020

Estamos prestes a entrar em uma nova década. O ano de 2020 deve marcar uma nova era na história da humanidade, já que as tecnologias exponenciais devem extinguir algumas profissões e criar outras. O mundo 4.0, como vem sendo chamado, será marcado pela quarta revolução industrial, composta por tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), Realidade Virtual (VR), BigData, Cloud Computing, robotização e tantas outras. Nesse contexto, novas habilidades profissionais começam a ser demandadas.

 

Além das competências técnicas para tirar o melhor proveito dessas novas tecnologias, os profissionais do futuro vão precisar desenvolver uma série de competências comportamentais, as chamadas soft skills. Como não são ensinadas em nenhuma universidade ou escola técnica, os profissionais deverão encontrar seus próprios recursos para desenvolvê-las. Será necessário ser autoditada, conseguindo identificar suas necessidades e vulnerabilidades, a fim de trabalhá-las proativamente. Por isso, destaquei algumas das habilidades que considero fundamentais para 2020.

 

#Flexibilidade: em um mundo em constante transformação, se adaptar deve ser uma capacidade inerente aos profissionais relevantes. Com ciclos cada vez mais curtos, eles deverão mudar de atividade com mais frequência, devendo desenvolver flexibilidade para aprender rápido, se livrar de crenças (não entendi, como assim se livrar de crenças? Crenças limitantes? É isso?) e extrair sempre o melhor de cada situação. O profissional precisar ser flexível para aprender coisas novas todos os dias, afinal, a tecnologia está em constante transformação. É preciso estar aberto às novidades, saber ouvir as pessoas, querer entender as novas realidades. Com essa flexibilidade, será possível se adequar às novas formas de trabalho e, consequentemente, assimilar as novas ferramentas mais rapidamente. Será preciso se reinventar!

 

#Pensamento complexo: o profissional do futuro precisa ampliar o pensamento, buscando sempre por novos prismas. Estando aberto para novas visões, o profissional enxerga as situações de uma outra forma, com um novo ângulo. É preciso estar aberto para falar com as pessoas de outros setores, se expor, se aprofundar em diversos assuntos e continuar estudando sempre. Quanto mais pensar fora da caixa e exercitar a curiosidade, melhor. É nessa atitude de buscar a diferentes visões para a solução de um problema, que todos desenvolvem a colaboração e aprimoram o trabalho em equipe. 

 

#Criatividade: com processos cada vez mais automatizados, a criatividade é uma das principais habilidades que difere os homens das máquinas. Por isso, ela precisa ser constantemente desenvolvida. E, engana-se quem pensa que criatividade é um dom nato. Ela pode ser desenvolvida por qualquer pessoa. Somos naturalmente criativos, mas ao longo da vida vamos inibindo isso, temendo julgamentos. Para desenvolver a criatividade, é fundamental que o profissional amplie seu repertório para que enriqueça e potencialize sua capacidade de conexões, gerando boas ideias. A curiosidade é uma característica essencial do profissional criativo.

 

#Inteligência emocional: o quociente emocional, ou QE, sempre foi uma habilidade muito valorizada no mercado de trabalho e, com as inovações tecnológicas, deve se sobressair ainda mais. Os profissionais devem desenvolver suas competências a fim de manterem o equilíbrio emocional, mesmo em situações extremas. A habilidade de manter suas emoções em harmonia e se conectar com facilidade com outras pessoas, desenvolvendo, por exemplo, a empatia serão ainda mais fundamentais em um contexto de profundas e rápidas transformações.

 

#Autoconhecimento: em um mundo onde os dados são capazes de guiar as nossas próprias decisões, se conhecer bem é primordial. O profissional do futuro precisa ter autoconhecimento suficiente para identificar seus pontos fortes e suas vulnerabilidades, conseguindo extrair o melhor de si. É preciso ter contato consigo mesmo, descobrir seu potencial e também seus limites. Será necessário olhar para dentro, antes de olhar para fora. Só assim o profissional estará pronto para lidar com todas as adversidades e benevolências que a próxima década nos reserva.

 

Por fim, gostaria de dizer que o futuro do trabalho, das relações e das habilidades profissionais não devem ser motivo de medo, mas sim de entusiasmo! Digo isso porque essa nova década trará muitas oportunidades de desenvolvimento e aprimoramento pessoal e profissional, que só encontrarão espaço dentro de nós se nos colocarmos continuamente fora da nossa zona de conforto.

 

Vamos juntos? Boa nova década para nós!

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